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CIDA PEDROSA

Cida Pedrosa é poeta, contista, recitadora e vereadora do Recife. Nasceu em 1963 em Bodocó, no Sertão de Pernambuco. Veio para o Recife em 1978 para estudar e tornou-se militante do importante e reconhecido Movimento de Escritores Independentes de Pernambuco. Também integrou o coletivo Vozes Femininas, que recitava e performava poemas com recorte de gênero na década de 80.
Com 10 livros de poesias publicados (Estesia-2020; Solo Para Vialejo-2019; Gris-2018; Claranã-2017 e 2015; Miudos-2011; As Filhas de Lilith-2017 e 2009; Gume-2005; Cântaro-2000; O Cavaleiro da Epifania-1986 e Restos do Fim-1982), e algumas indicações à prêmios literários, conquistou em 2020 o mais importante prêmio da literatura nacional, o Jabuti, nas categorias Poesia e Livro do Ano, com o livro Solo Para Vialejo, publicado pela editora pernambucana CEPE.
Cida Pedrosa, que também acumula experiência como editora e curadora de eventos literários, é a homenageada da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco em 2021 ao lado de Paulo Freire.

2021
GRIS

Os versos do poema “o punhal e o poema”, do livro “Gris”, coletânea de Cida Pedrosa, apontam que “entre um punhal e outro” há “sangue e agonia”. Essa é a atmosfera de uma poesia urbana caraterizada por textos curtos.  Editora e curadora de eventos literários, ela é a homenageada da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco em 2021 (1º a 12/10), ao lado de Paulo Freire. Poeta, contista e recitadora, nascida em 1963 no sertão pernambucano, foi para a capital em 1978 para estudar e tornou-se militante do Movimento de Escritores Independentes de Pernambuco e integrou o coletivo Vozes Femininas na década de 80. Disléxica, aprendeu a ler memorizando as imagens das letras. Mãe de Francisco, também disléxico, atua como vereadora em Recife para que sejam implantadas políticas públicas sobre a dislexia no município. Em 2020, conquistou o Jabuti, o mais importante prêmio da literatura nacional, nas categorias Poesia e Livro do Ano, com “Solo Para Vialejo”, desenvolvendo uma obra que “corta a faca e afia o verso”.

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Oscar D’Ambrosio

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LITERATURA

POR
CIDA

A dislexia faz parte de toda a minha trajetória de vida. Aprendi a ler memorizando as imagens das letras, e dessa forma desenvolvi todo o meu trabalho poético. Meu filho mais velho Francisco, também é disléxico, fazendo com que a temática estivesse ainda mais forte no cotidiano, e atualmente em meu trabalho parlamentar, luto para que sejam implantadas políticas públicas sobre a dislexia no município do Recife, tendo promovido audiências públicas e com projetos de lei em trâmite na Câmara Municipal.

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