GABY ROSSOTTO
Argentina, descobriu através do diagnóstico do seu filho, a própria dislexia. Entendeu então sua vida. Criativa se tornou designer gráfica e depois se especializou em retratos, especialmente na fotografia infantil, de recém-nascidos e de gestantes, motivada por experiências pessoais, como a maternidade, que abriram nela uma sensibilidade para capturar momentos breves e muito expressivos. Em seu trabalho, ela insiste não apenas no rigor técnico, mas também no cuidado com o ambiente emocional: sessões longas, adaptação ao ritmo do bebê, uso de sons relaxantes, contenção e atenção à segurança e bem-estar dos pequenos.
Para ela a dislexia faz com se decodifique e veja o mundo de forma diferente.
@GABRIELAROSSOTTO

2024
NÓS
As imagens de Gabriela Rossotto trazem uma representação regida por uma fantasia caracterizada por uma interpretação do mundo considerado real pautada pela busca de atmosferas em que é possível encontrar desde relações com oníricas dimensões surrealistas a expressões visuais caracterizadas por um intenso lirismo e uma devoção à natureza e ao lirismo e à pureza da infância.
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Oscar D’Ambrosio
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FOTOGRAFIA
2025
SEM TÍTULO
As duas imagens se complementam, criando um universo mágico em que a gaiola tem um papel essencial por carregar diversos significados, associados à prisão, proteção e controle. Por analogia, a sua não existência aponta para a liberdade e o ilimitado das possibilidades de ações e de movimentos. No entanto, o fato de estar preso pode também ser vinculado à segurança e ao refúgio de males externos. O objeto restringe a viver em um ambiente ou situação e também pode ser utilizada como metáfora de relacionamentos e de uma vida social regulada por padrões a serem destruídos das mais diversas formas.
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Oscar D’Ambrosio
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FOTOGRAFIA


POR
GABRIELA
Ser disléxico é ser criativo, porque em todos, em todas as situações, em que vai encontrar os problemas diários, há sempre um outro olhar.
